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Advogado relata ameaça de morte após publicação de artigo contra PSOL

Arquivo Pessoal

O advogado Eduardo Mahon foi ameaçado de morte após publicar um artigo no Facebook Leia artigo no final desta reportagem.

Segundo Mahon, a mensagem teria partido de um policial militar, que agrediu o jurista com xingamentos.

“Seu filho da p… racista, respeita o povo cuiabano, é fácil criticar seu porco preguiçoso e vc seu idiota, fique sabendo que terá que provar que tudo disse nessa matéria.Só um aviso, lixo igual a vc é melhor nem mexer, mas toma cuidado por onde anda, fica pianinho, se gostaria de ver seus filhos lindos crescer…fica esperto”, diz trecho da mensagem.

Para Mahon, a revolta contra o seu artigo pode ser explicada porque ocorreu adulteração no seu texto.

No artigo fraudado, o advogado diz que os cuiabanos são preguiçosos e chama o procurador Mauro de negro e da periferia.

O advogado disse que vai tomar providências sobre o caso.

Em entrevista ao Mato Grosso Mais, em vídeo, ele comentou o assunto.

VEJA O ARTIGO NA ÍNTEGRA

Não voto no Procurador Mauro.

Em hipótese alguma.

Não em razão do próprio Mauro César Lara de Barros.

Ele foi meu colega de faculdade.

Estudamos 5 anos juntos e, desde cedo, professava a ideologia socialista, o que é muito natural no Direito da UFMT.

Trata-se de um homem sério, duro, íntegro, além de ter sido estudioso. Mas, lamentavelmente, o Muro de Berlim ainda não caiu para ele.

Parece que o tempo não passou ou, se passou, ele não se deu conta e deixou de amadurecer.

O procurador Mauro vive atrelado numa ideologia que os brasileiros acabaram por vencer depois de longos 13 anos.

Vencemos o PT.

Vencemos o PSOL.

Precisamos superá-los porque são desonestos com os próprios programas ideológicos – enquanto pregam o socialismo para o povão, lambuzam-se nas delícias capitalistas de restaurantes refinados e de jatos particulares.

O PSOL – partido do procurador Mauro – apoiou e apoia a trupe petista que tomou nosso país de assalto.

O viés partidário a que os filiados estão jungidos prevê apoio ao bolivarianismo de Hugo Chávez e, agora, Nicolás Maduro.

Apoiam o golpe militar na Venezuela, em Cuba, no Equador, na Bolívia, todos os países onde a democracia tropeça entre fardas e votos fraudados.

O PSOL apoia movimentos incendiários, financiados pelo então lulopetismo, como o MST e o MSTS, verdadeiras quadrilhas que assaltam, matam, invadem, depredam, chantageiam.

É um dos partidos mais à esquerda do Brasil, isto é, pretendem a intervenção do Estado na economia de forma direta, reestatizando vários setores que funcionam com a livre competição, como transportes, comunicações e energia.

Não dizem, entretanto, em que carro andam, onde moram, qual a marca do terno que usam.

Não dizem que os filhos estudam nas melhores escolas particulares regionais e nacionais e tratam da saúde na rede particular.

Ou seja, não vivem o que professam.

Há mais. o PSOL quer fundar “sociedade socialista”, conforme trata o art. 5o do Estatuto. Isso quer dizer que o Estado deve ter o controle dos meios de produção.

Para os filiados do PSOL, é esse o objetivo político a ser perseguido. Essa religião que se chama PSOL prevê o “dízimo” no art. 83 do Estatuto.

Para eles, é preciso aparelhar o poder público com a maior quantidade de filiados possível para haver arrecadação. Isto porque, fizeram uma tabelinha de contribuição compulsória: “art. 83 – Os filiados ocupantes de cargos de confiança, assessores dos detentores de mandatos executivos, mesas legislativas e lideranças de Bancadas e de parlamentares, que não sejam funcionários públicos efetivos, deverão efetuar uma contribuição financeira mensal, conforme tabela abaixo: I – de zero a 3 (três) salários mínimos, no valor correspondente à aquisição da Carteira Nacional de Militante, estipulado pela Secretaria Nacional de Finanças; II – acima de 3 (três) e até 6 (seis) salários mínimos, no valor correspondente a 1% (um por cento) do salário líquido mensal do filiado; III – acima de 6 (seis) salários mínimos, no valor correspondente a 2% (dois por cento) do salário líquido mensal do filiado”.

O PSOL ainda acredita que o impeachment foi um golpe.

Votaram a favor de Dilma Rousseff e a trupe petista que sugou o Brasil até o osso. Participou ativamente do governo que nos trouxe 12 milhões de desempregados, uma retração inédita de 10% do PIB em dois anos e uma inadimplência nacional de 60 milhões de brasileiros em apuros.

As irresponsabilidades populistas de esquerda levaram a Venezuela a conviver com uma pseudodemocracia onde falta até papel higiênico, o controle da internet e dos meios de comunicação em Cuba e o incentivo à produção de cocaína na Bolívia.

Não posso compactuar com o que o Poder Judiciário já condenou como a maior quadrilha já organizada em tempos republicanos, ainda que reconheça a lisura pessoal do meu ex-colega Procurador Mauro César. É que ele não governa sozinho.

Ninguém governa sem base política sustentável, com base numa militância xiita. O PSOL não tem sequer um único vereador na cidade.

Com quem um prefeito do PSOL há de se juntar? Cuiabá não merece um programa estatizante, intervencionista, retrógrado e demagógico justamente depois do ocaso petista tão oneroso ao país.

Acredito na livre iniciativa. Acredito na competitividade. Acredito na economia de mercado. Acredito em Deus, na família e, sim, eu creio na propriedade privada.

Nem por isso, sou um “porco fascista”, nem simpatizante do militarismo, nem tampouco conservador.

Importante pontuar que acho válida a política de quotas, a proteção às minorias, os métodos contraceptivos, a definição de família em sentido amplo.

O Estado precisa sim modular a competição desenfreada, a propriedade inescrupulosa, a especulação criminosa.

Mas não desapropriando, não violentando, não desprezando direitos individuais consolidados.

A mediação, a capacidade democrática de congregar pessoas diferentes, não convive com a “sociedade socialista” do PSOL.

Ditadura do proletariado está não só fora de moda, como incompatível com a realidade de um país democrático.

Cuiabá não merece ser laboratório socialista a um político que aparece de dois em dois anos, disposto a concorrer para qualquer cargo, desde que tenha poder.

É disso que estamos falando: poder. E nisso, posso garantir, o Procurador Mauro é igual a todos os políticos.

Eduardo Mahon é advogado.

 

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