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VOO 1907

Pivô de acidente com boeing da Gol em MT, jato Legacy vira ‘mexicano’

Um dos responsáveis pela segunda maior tragédia da aviação no país, o jato Legacy agora faz parte de uma frota de uma empresa mexicana. A informação é do jornal Folha de São Paulo, deste domingo (25).

Em 29 de setembro de 2006, o Legacy se chocou com um boeing da Gol, no norte de Mato Grosso, onde 154 pessoas perderam a vida.

Segundo a Folha, o Legacy chegou a ficar quatro anos na serra do Cachimbo, no Pará, após o acidente e só após isso voltou aos Estados Unidos para fazer o reparo nas asas.

Com 19 horas de voo, o Legacy foi então vendido, e ainda de acordo com a Folha de São Paulo, já teria passado por Recife, Brasil, em 2014.

Os dois pilotos americanos, Jan Paladino e Joseph Lepore foram condenados pela Justiça brasileira a mais de três anos de prisão, mas nunca foram cumpridos.

O acidente, que desencadeou uma crise na aviação civil brasileira, foi o mais mortífero da aviação do país até então, superando o voo VASP 168 e sendo superado posteriormente pelo voo TAM 3054, no ano seguinte.

Foi também o acidente mais mortífero envolvendo um Boeing 737 naquele momento, sendo superado posteriormente pelo voo Air India Express 812.

O acidente foi investigado pela Força Aérea Brasileira, pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) e pelo National Transportation Safety Board (NTSB), com o relatório final emitido em 10 de dezembro de 2008.

O CENIPA concluiu que o acidente foi causado por erros cometidos tanto pelos controladores de tráfego aéreo quanto pelos pilotos do Legacy, enquanto que o NTSB determinou que todos os pilotos agiram corretamente e foram colocados em rota de colisão por uma variedade de erros dos controladores de tráfego aéreo.

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2 comentários em “Pivô de acidente com boeing da Gol em MT, jato Legacy vira ‘mexicano’”

  1. Mardoqueo Santiago de Araújo disse:

    Que diremos pois? De quem foi realmente a culpa?

    1. Rui Torres disse:

      Dos pilotos do Legacy, Mardoqueo Santiago de Araujo. Sobre Brasília, eles deveriam descer, para um nível menor mas ERRARAM ao aceitar, sem contestação e confirmação, da autorização recebida. Isto é responsabilidade DOS PILOTOS!! SEMPRE FOI!! Se tivessem feito isso, o controlador, que estava ENTRANDO em serviço, veria que havia mudança de nível e, CORRIGERIA a autorização. E assim foi até o choque com jato que vinha de Manaus e de nada sabia. Eu, costumava ascender os faróis durante o vôo.

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