NO BANCO DOS RÉUS

Suspeito de matar professor vai a júri; vítima morreu porque queria ser ‘ativo’

A 1ª Vara Criminal da Capital realiza neste mês de outubro em torno de 14 julgamentos, com 19 réus, sendo sete presos.

Um dos casos de repercussão é a morte do professor Nino Francisco da Silva.

Ele foi assassinado em dezembro de 2015, na casa dele, no bairro Residencial Aricá.

De acordo com a denúncia, Adelmo Macedo de Oliveira teria praticado o crime com uso de arma branca, “por motivo fútil e mediante recurso que dificultou a defesa do ofendido”.

A vítima e o acusado já se conheciam e, no dia dos fatos, tinham passado um período bebendo juntos.

O assassinato teria sido motivado por uma discordância em relação às preferências na relação sexual, uma vez que a vítima teria dito querer desempenhar o papel de ativo.

Após a discussão se agravar, o acusado pegou uma faca e, sem que a vítima esperasse o ataque, passou a golpeá-la por diversas vezes e em várias regiões do corpo, dificultando as chances de defesa.

Ao ouvirem os gritos de socorro, vizinhos chamaram a polícia, que prendeu Adelmo em flagrante.

Nino, que ainda estava vivo, morreu antes de receber atendimento pela equipe do Samu. O réu irá a júri no dia 11 de outubro, à tarde.

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