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GUERRA NA TV

Juiz eleitoral barra vídeo que Wilson liga Emanuel a corrupção em Mato Grosso

Reprodução

O juiz Paulo de Toledo Ribeiro Júnior, da 1ª Zona Eleitoral de Cuiabá, determinou a perda de um minuto e quatro segundos do programa eleitoral de Wilson Santos (PSDB), da Coligação “Dante de Oliveira”, por continuar com críticas acentuadas contra o adversário Emanuel Pinheiro (PMDB) no segundo turno. A decisão foi proferida na tarde de hoje (10).

De acordo com o magistrado, a forma como o tucano Wilson Santos juntamente com o vice Leonardo Oliveira (PSB) e a coligação, atacou a honra do candidato Emanuel Pinheiro (PMDB), “parece que não entenderam direito ou não sabem mesmo, qual o objetivo da propaganda eleitoral”. “Ao assistir a propaganda feita pelos representados, que me parece que os representados não estão assistidos nem por um departamento jurídico nem por algum marqueteiro que saiba o que está fazendo”, disse o magistrado na decisão judicial.

O juiz ainda analisou que Wilson Santos quis fazer crer que Emanuel seria parceiro  dos absurdos de corrupção praticados pelo governo passado. Ainda segundo a decisão, a forma como Wilson atacou a honra de Emanuel tem o fim “exclusivo de pejorar e ridicularizar o candidato”.

“A partir daí, o representado Wilson Santos, abusa ao colocar inúmeras pessoas mostrando seus rostos, identificando-as, ora alardeando coisas que o representando teria feito, ora agredindo o candidato da representante (Emanuel Pinheiro)”, ressaltou.

Para o magistrado, o tucano deve ocupar o espaço na propaganda eleitoral gratuita no rádio e televisão para apresentar propostas. “O candidato Wilson Pereira dos Santos não disse em nenhum momento porque é candidato, mas, limitou-se a dizer o que fez em governos passados, a falar até das medidas contra a corrupção como se tivesse o poder de torná-las lei”, frisou.

Caso descumpra a decisão, a coligação deverá pagar multa de R$ 10 mil, por infração cometida. A representação contra a propaganda de Wilson foi proposta pela assessoria jurídica da campanha, formada pelos escritórios Dias Lessa e Nestor Fidelis.

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