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ELEIÇÃO QUENTE

Emanuel nega receber doações do PTB para manter contrato com a Cab

O candidato à prefeitura de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PMDB), rebateu as críticas de que estaria recebendo doações do PTB para que mantivesse o contrato com a CAB Ambiental.

A declaração foi dada por aliados de seu adversário, Wilson Santos (PSDB), que questionaram a doação de R$ 507 mil feita pelo partido de Chico Galindo ao peemedebista.

“Não temos nenhum compromisso nesse sentido com o PTB, já falei inúmeras vezes que a CAB não ficará na minha gestão. A diferença é que dia 2 de novembro vence a intervenção, o prefeito Mauro Mendes pode decretar a caducidade, mas se ele não fizer, eu vou prorrogar por mais cinco meses que é o prazo contratual. Com isso, vamos fazer uma auditoria e vamos tomar a decisão de qual caminho seguir”, disse Pinheiro.

O candidato ainda ressaltou que são visíveis os prejuízos que a empresa trouxe para a população nos últimos anos.

“A CAB não tem como ficar. Sou advogado e sei que ela descumpriu uma cláusula contratual e graças a essa empresa e à Operação Pacenas estamos no retrocesso e a população paga o pato de ter apenas 35% de esgoto tratado na nossa Capital. Não pode haver perdão com a CAB e nem com aqueles que foram responsáveis também e que foram apontados na Operação”.

O peemedebista afirmou que o PTB é seu partido aliado e tem como vice um de seus correligionários, mas que não há nenhum acordo com Galindo, que foi quem conduziu a concessão dos serviços de água e esgotamento da capital quando Wilson Santos (PSDB) deixou o mandato para concorrer ao Governo do Estado em 2010. “Quem fez a crítica foi o vereador Toninho de Souza, o mesmo que votou pela concessão na época sem nenhum questionamento”, disse Emanuel.

Em maio deste ano, o prefeito Mauro Mendes (PSB) decretou a intervenção de seis meses (180 dias) nos serviços de abastecimento de água e tratamento de esgoto de Cuiabá, sob comando da concessionária CAB Cuiabá.

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