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PREOCUPANTE

Cuiabá tem mais de 1.500 casos de dengue em 2016

Ilustrativa

Segundo dados do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), da Vigilância em Saúde de Cuiabá, este ano foram notificados no órgão 1.562 casos de dengue e 44 de chikungnya.

Em relação a dengue, o número de casos notificados em gestantes foi de 488, todas residentes em Cuiabá e 90 casos em não residentes.

Esses números estão disponíveis no Boletim Semanal da DCZ – Dengue, Chikungunya e Zika – que traz ainda as notificações por bairros e informações sobre a microcefalia e Síndrome de Guillain-Barré.

De acordo com o boletim semanal, dos casos notificados, 1.187 casos de dengue foram confirmados.

Em relação à zika, do total de casos notificados em gestantes, 342 foram confirmados (em gestantes residentes em Cuiabá) e 33 em não residentes.

Dos 3.289 casos de zika notificados no CIEVS ao longo deste ano, até a 41ª semana epidemiológica, em moradores da capital, 3.021 foram confirmados   e  dos 386 casos notificados de não residentes, 321 foram confirmados.

Os bairros com maior número de notificações de dengue, chikungunya e zika até a data de 11 de outubro são, na Região Norte, os bairros do CPA III com 30 casos notificados de dengue, um de chikungunya e 39 de zika; seguido do CPA IV com 19 notificações de dengue, 38 de zika e nenhuma notificação de chikungunya. Logo depois vem o CPA II com 17 casos notificados de dengue,  24 de zika e nenhum de chikungunya.

Na Região Sul o bairro com maior número de notificação é o Pedra 90 com 152 casos de dengue e 391 de zika; seguido do Tijucal com 41 casos notificados de dengue, 02 de chikungunya e 77 de zika. Logo depois vem o Nova Esperança com 21 casos de dengue, um de chikungunya e 53 de zika.

Na Região Leste o bairro com maior numero de notificações é o Dom Aquino com 56 casos de dengue, um de chikungynya e 71 de zika seguido pelo Jardim Imperial com 19 casos de dengue, um  de chikungunya e 71 de zika.

O bairro Pedregal vem logo a seguir com 41 casos de dengue, nenhum de chikungunya e 52 de zika.

Na Região Oeste  foram notificados 68 casos de dengue, 02 de chikungunya e 93 de zika no bairro Santa Isabel enquanto que no centro foram notificados 13 casos de dengue e 49 de zika, nenhum de chikungunya. No Porto foram notificados 19 casos de dengue, 4 de chikungunya e 37 de zika.

A coordenadora da Vigilância em Zoonoses, Alessandra Carvalho disse que neste momento, início do período de chuvas, é importante  que a população continue atenta aos possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, vetor dessas doenças.

Os agentes de combate a endemias (ACE’s) continuam a sua rotina de trabalho nos bairros de Cuiabá apontando os locais considerados  como potenciais criadouros e orientando da população.

“Os agentes de combate as endemias vistoriaram residências, escolas, comércio e outras unidades orientando a população na prevenção e eliminação dos focos do mosquito. Durante as visitas os técnicos apontam os locais considerados como potenciais criadouros e orientam as pessoas em relação ao monitoramento e eliminação desses focos”, destacou.

Na 40ª semana epidemiológica os agentes de combate as endemias realizaram várias ações de controle vetorial. Ao todo foram visitados 25.921 imóveis. Desses 4.784 imóveis e 5.766 depósitos receberam algum tipo de tratamento.

No acumulado do ano, no trabalho de controle vetorial, os ACE’s visitaram 609.426 imóveis. Desse total, 97.613 imóveis e 123.457 depósitos receberam algum tipo de tratamento.

Microcefalia e SGB

Em relação a, microcefalia, em Cuiabá foram notificados 44 casos. Desse total, dois foram confirmados, 29 foram descartados e 3 tiveram resultados inconclusivos. Dez casos continuam em investigação.

Já relacionados a síndrome de Guillain-Barré este ano foram notificados em Cuiabá 24 casos, nove deles em residentes na capital.

Lembrando a população, a recomendação dos profissionais de saúde as pessoas de uma forma geral devem se proteger das picadas do mosquito Aedes aegypti principalmente as mulheres grávidas e em idade fértil, eliminando os criadouros, usando repelentes e adotando outras medidas preventivas como manter as portas e janelas fechadas ou teladas, usar calça e camisas de mangas compridas.

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