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OPERAÇÃO SEVEN

Defesa alega ‘sofrimentos psicológico e mental’ para tentar soltar Coronel da PM

Divulgação

A defesa do Coronel PM José Nunes Cordeiro, em seu pedido de liberdade feito à juíza Selma Rosane Arruda, da Vara de Combate ao Crime Organizado, diz que não ficou demonstrado nos autos que o oficial obteve qualquer vantagem financeira indevida, tampouco que seja integrante da organização criminosa denunciada pelo Ministério Público e supostamente liderada pelo ex-governador Silval Barbosa (PMDB).

A defesa do Coronel ainda cita que ele é pessoa idônea, arrimo de família, com residência e emprego fixos, bem como que está preso há mais de 160 dias, fato que estaria lhe causando grande sofrimentos psicológico e mental.

José Nunes Cordeiro foi preso durante a Operação Seven, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado – Gaeco – em fevereiro deste ano.

Cordeiro é suspeito de participar de um suposto esquema em compra de área ilegal pelo Estado na região do Manso. O Governo teria comprado a mesma área duas vezes.

Outro preso na Operação foi o ex-presidente do Intermat, Alfonso Dalberto.

Esta é a segunda vez que o Coronel da PM é preso.

Em 2014,  ele foi um dos alvos da operação “Edição Extra”, que apurou desvios de recursos públicos na aquisição de serviços públicos pelo Governo, por meio da Secretaria de Comunicação.

O pedido de liberdade de José Nunes Cordeiro foi negado pela juíza Selma Rosane Arruda no último dia 18 de outubro, terça-feira.

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