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SODOMA III

Valdir Piran diz que não pertence a grupo criminoso de Silval e colabora com a Justiça

Divulgação

O empresário Valdir Piran, por meio da sua assessoria de imprensa, encaminhou nota ao logo-matogrossomais-1, onde relata em sete itens que ele, preso durante a terceira fase da Operação Sodoma realizada dia 26 de setembro, e solto após pagamento de fiança no valor de R$ 12 milhões esta semana, cita que não integra uma suposta organização criminosa liderada por Silval Barbosa (PMDB) e está à disposição da Justiça para colaborar com todas as informações.

Nas investigações da terceira fase da Operação Sodoma, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado – Gaeco – descobriu que durante a gestão de Silval Barbosa, o Estado comprou um imóvel denominado Jardim Liberdade, localizado no bairro Osmar Cabral, em Cuiabá, onde a suposta organização criminosa teria lucrado em mais de R$ 15 milhões.

Dos R$ 15 milhões, Silval teria pego R$ 10 milhões para pagar Valdir Piran referente a uma dívida com o empresário.

Segundo o advogado que defende Piran, o Ministério Público já havia opinado a favor da soltura do empresário.

VEJA ÍNTEGRA DA NOTA

Em relação à libertação do empresário Valdir Agostinho Piran, determinada nesta sexta-feira (28) pela juíza de direito Selma Rosane Santos Arruda, cumpre-nos informar o que segue:

1. A iniciativa de oferecer R$ 12 milhões em garantia real e superior ao valor total da ação partiu do próprio empresário, que desde o inicio do processo adotou uma postura de colaboração com a Justiça, para que o caso seja esclarecido o mais breve possível;

2. Tal postura foi ressaltada pela promotora de Justiça Ana Cristina Bardusco e corroborada em decisão proferida pela magistrada Selma Arruda. Para a Justiça, Valdir Piran não integrou a suposta “organização criminosa” investigada na ação penal;

3. O próprio Ministério Público Estadual já havia opinado favoravelmente ao pedido de revogação da prisão, entendendo inclusive que não subsistem mais as condições que ensejaram a sua prisão, sendo a revogação obrigatória;

4. O valor depositado por Valdir Piran ficará em garantia no processo, até o final julgamento;

5. No parecer da promotora Ana Cristina Bardusco, ela reconhece que Valdir Piran assumiu uma postura cooperativa, auxiliando a Justiça a esclarecer a verdade dos fatos relativos ao crédito que ele pessoalmente detinha com o ex-governador Silval Barbosa;

6. Valdir Piran já havia esclarecido que detinha um crédito em face do ex-governador e que apenas o recebeu por intermédio de uma factoring que havia sido indicada pelo próprio devedor e, por isso, não desconfiou da suposta ilegalidade da origem do recurso;

7. Valdir Piran confia nas instituições da Justiça e continuará a colaborar para que não paire dúvidas sobre a sua idoneidade.

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