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TERCEIRA FASE DA SODOMA

Dono de buffet de luxo vira réu em escândalo de compra de terreno em Mato Grosso

Divulgação

O empresário Alan Malouf, dono de um buffet de luxo em Cuiabá, virou réu em decorrência da terceira fase da Operação Sodoma – deflagrada pelo Gaeco.

Além dele, Silval Barbosa, Pedro Nadaf, Marcel de Cursi, Francisco Gomes de Andrade Lima Filho, o Chico Lima, Silvio Correa de Araújo, José Nunes Cordeiro, Cézar Zílio, Pedro Elias Domingos, Rodrigo Barbosa (filho de SIlval), Arnaldo Alves, Karla Cecília de Oliveira Cintra, Afonso Dalberto, Antonio Rodrigues Carvalho, Levi Machado de Oliveira, João Justino Paes de Barros e Valdir Piran também viraram réus.

Malouf foi denunciado pelo Ministério Público do Estado por suposto envolvimento junto à uma organização criminosa supostamente liderada pelo ex-governador Silval Barbosa (PMDB) no desvio de dinheiro público realizado através da desapropriação de um imóvel que corresponde ao bairro Jardim Liberdade, em Cuiabá, paga na gestão do peemedebista, durante o ano de 2014.

Segundo a denúncia do MPE, a organização criminosa solicitou e recebeu vantagem indevida no valor de R$ 15.857.125,50, para que a indenização de área desapropriada fosse paga e, ainda, com o propósito de ocultar a origem desta vultosa quantia, promoveu sua respectiva LAVAGEM, FALSIDADE IDEOLÓGICA e, por fim COAÇÃO no CURSO do PROCESSO.

Ainda segundo o Ministério Público do Estado, também foi constatada a prática de LAVAGEM DE DINHEIRO por parte de alguns dos membros da ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA, a saber: MARCEL DE CURSI, ARNALDO ALVES e PEDRO NADAF, quando, agindo em interesse próprio, buscando ocultar a origem do ganho financeiro, se associaram com o empresário Alan Malouf.

Segundo apurou as investigações, Alan Malouf adotou como medida para o distanciamento dos valores ilícitos que recebeu da organização criminosa e, separadamente, de membros, o repasse aos fornecedores do buffet que administra em Cuiabá.

Alan Malou foi denunciado pela promotora de Justiça, Ana Cristina Bardusco, pelos crimes de receptação qualificada e lavagem de dinheiro.

VEJA DENÚNCIA AQUI

NOTA PÚBLICA

No dia 28 de setembro, o buffet, de sociedade de Alan Malouf, divulgou nota à imprensa que diz esperar que os fatos envolvendo o nome do empresário sejam esclarecidos pela polícia e Justiça.

O Buffet Leila Malouf vem, respeitosamente, esclarecer as notícias que vem circulando sobre a operação “Sodoma”, envolvendo o nome de um dos representantes da empresa.

Há 23 anos no mercado, o Buffet Leila Malouf, empresa genuinamente cuiabana, sempre teve como premissas valores como: trabalho, seriedade e respeito por seus clientes, fornecedores e funcionários.

Nessas mais de duas décadas de trajetória, a empresa se consolidou no mercado como uma referência de excelência e qualidade nos serviços prestados, atendendo, em sua grande maioria, aos clientes privados.

É de total interesse da empresa que os fatos sejam esclarecidos e, para isso, está à disposição para prestar todas as informações necessárias. 

O Buffet Leila Malouf aproveita a oportunidade para agradecer as manifestações de apoio e ressalta, para toda sociedade, que continua trabalhando com a seriedade que sempre fez parte dos princípios da empresa.

Foto: Divulgação

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