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CRIME PASSIONAL

Acusado de matar filho de investigadora da Civil será julgado quinta-feira

Divulgação

No dia 17 de novembro (quinta-feira), a partir das 13h30, será julgado Caio Henrique Neves de Arruda, de 23 anos, pelo homicídio de André Luiz Capioto Esteves Neves, de 24 anos, em setembro de 2014, no bairro Poção, em Cuiabá.

André Luiz era filho de uma investigadora da Polícia Civil de Mato Grosso.

De acordo com as investigações, o acusado conviveu maritalmente com Amanda Moreira dos Santos por aproximadamente três anos e, com o fim do relacionamento, ela passou a conviver com a vítima. Entretanto, Caio não aceitava o término da relação.

Apurou-se que o acusado conviveu maritalmente com a pessoa de Amanda Moreira dos Santos, por aproximadamente três anos e, com o fim do relacionamento, Amanda passou a conviver com a vítima, entretanto, Caio não aceitava o término da relação, passando a ligar para Amanda, constante, na tentativa de reatarem“, diz trecho da denúncia do MPE.

Dias antes do crime, André e Amanda terminaram o relacionamento e, nesse intervalo, ela voltou a manter relação sexual com o antigo parceiro.

Ao tomar conhecimento do fato, André questionou Amanda, que confirmou o envolvimento.

Eles brigaram e André a desculpou depois.

Revela a investigação que no domingo que antecedeu o crime, André e Amanda tiveram uma briga, terminando este novo relacionamento, onde André exigiu que ela deixasse a moradia, porquanto o aluguel era pago pela sua mãe“, diz outro trecho da acusação.

No dia dos fatos, eles se encontraram para tentar uma reconciliação.

Nesse ínterim, Amanda voltou a manter relação sexual com o acusado seu antigo parceiro, fato que chegou ao conhecimento na vítima, logo no dia seguinte. Questionada sobre a veracidade do acontecimento, Amanda, confirmou, momento em que a vitima André passou a agredi-la verbalmente chamando-a de “puta” e “biscate”, mas depois se desculpou pelas palavras ofensivas, bem como Amanda, por ter “ficado” com o acusado“, diz a investigação.

Ao ficar sabendo, Caio de Arruda foi ao local e disparou contra a vítima. “Assim, verifica-se que o motivo do crime foi torpe, eis que o acusado nutria sentimento de posse em relação à Amanda”, diz o processo. Com assessoria

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