ABERTURA DE NEGÓCIOS

Cuiabá recebe a 5ª edição do Voo de Negócios e mostrará oportunidades em 8 aeroportos

A Infraero apresenta ao mercado todo o potencial para empreendimentos comerciais em oito aeroportos administrados pela empresa nos estados de Mato Grosso (MT), Mato Grosso do Sul (MS), Minas Gerais (MG), Goiás (GO) e Tocantins (TO).

Trata-se da quinta edição do Voo de Negócios, evento cujo objetivo é aproximar a estatal de empresários interessados em abrir um empreendimento nos terminais de passageiros ou em áreas externas e operacionais.

O presidente da Infraero, Antônio Claret de Oliveira, e as equipes comerciais da empresa receberão os participantes nesta quinta-feira (9/3), às 9 horas, na sala de embarque internacional do Aeroporto Internacional de Cuiabá/Várzea Grande – Marechal Rondon.

Com 9,12 milhões de embarques e desembarques e 175,5 mil pousos e decolagens no ano passado, os aeroportos de Cuiabá, Goiânia, Campo Grande, Ponta Porã, Corumbá, Uberaba, Uberlândia e Palmas contam com clientes frequentes que demandam serviços, alimentação e varejo, segmentos que podem ser explorados dentro ou fora dos terminais de passageiros.

“Os terminais de passageiros e suas áreas externas são grandes centros de negócios, com várias possibilidades de investimento que atendem a quem viaja ou a quem pilota as aeronaves que chegam e partem dessas cidades”, afirma o presidente da Infraero, Antônio Claret de Oliveira.

Do lado de fora dos terminais, há oportunidades para receber hotéis, postos de combustível, centros comerciais, complexos logísticos, hangares, postos de abastecimento de aeronaves e a instalação de empresas de serviços auxiliares de transporte aéreo.

“São atividades que atendem a toda uma cadeia produtiva e de serviços, além de estar em contato com quem mora nas cidades ou quem vai até elas por turismo ou negócios”, afirma Claret.

Ao todo, os oito aeroportos contam com 232 pontos comerciais nos terminais de passageiros e em todos há possibilidade de desenvolvimento de novos negócios. Há ainda espaço para ações eventuais junto aos passageiros, além de diversas aéreas fora do terminal e que podem receber empreendimentos comerciais, de hospedagem, prestação de serviços e atividades ligadas à operação e manutenção de aeronaves de diversos portes. Juntos, os terminais participantes do Voo de Negócios tiveram uma receita comercial total de R$ 47,3 milhões em 2016.

Cenário

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) publicou no ano passado a pesquisa Voar por mais Brasil – Os benefícios da aviação nos estados.

De acordo com o levantamento, em 2015 os habitantes do Mato Grosso são os que mais viajam de avião entre os participantes, com 0,55 embarque por ano. Logo atrás vem os vizinhos de Mato Grosso do Sul, com 0,34 embarques por ano, seguidos pelos mineiros, com 0,31, os goianos com 0,25 e os tocantinenses com 0,23.

O estudo da associação também mensurou a capacidade de geração de riquezas e empregos gerados pelo setor aéreo. Em 2015, segundo a associação, os cinco estados que abrigam os oito aeroportos que participam do Voo de Negócios geraram R$ 25,06 bilhões, valor que inclui os efeitos diretos (recitas das companhias aéreas com passageiros e cargas), indiretos (fornecedores de alimentação, manuseio de bagagens e cargas, manutenção e abastecimento de aeronaves, aluguel de carros, entre outros) consumo dos trabalhadores de empresas aéreas e aeroportos e os impactos do turismo viabilizado pelo transporte aéreo. Em termos de empregos gerados, a aviação nesses estados gerou 534 mil empregos.

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