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EM AGOSTO

Exportações de milho chegam a 7,65 milhões de toneladas

Ilustração

As exportações de milho dispararam no último mês agosto, chegando a 7,65 milhões de toneladas, informa a T&F Consultoria Agroeconômica. O resultado representa uma impressionante alta de 170% frente a agosto do ano passado, bem como 21% acima dos 6,32 milhões de toneladas registrados em julho de 2019.

O número de vendas externas registradas no mês passado configura um novo recorde para o milho. “A demanda de milho no mercado internacional é abundante e constante, bem mais diversificado que a soja. O que impede os negócios é a diferença entre os níveis que os compradores podem oferecer e o que os vendedores desejam”, explica o analista da T&F Luiz Pacheco.

Com a alta do dólar no Brasil, diz ele, os negócios foram bastante ativados, porque foram possíveis os acordos: “Mas, os volumes maiores vieram do Centro-Oeste, não do Sul e por duas razões: a) o MT produz sozinho mais do que o RS, SC e PR produzem juntos e precisa escoar isto, devido à sua limitada capacidade de armazenagem; b) por isto não podem parar de escoar e aproveitam qualquer melhora no preço (neste caso fornecida pela elevação do dólar e alguma elevação em Chicago devido aos problemas na safra americana) para aumentar os volumes escoados”.

“No Sul, o estado do Rio Grande do Sul tem um déficit de 1,5 MT/ano e Santa Catarina de 2,6 MT/ano. O Paraná, apesar de grande produtor e exportador regular (2,6MT/ano) é também um grande consumidor. Estando com seu quadro de oferta e demanda bastante apertado, deve aumentar significativamente a área e a produção para 2020”, conclui Pacheco.

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