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CPI

Energisa começa a ser investigada por cobranças abusivas na Assembleia Legislativa

Reprodução

Diante da precariedades nos serviços prestados pela Energisa e das reclamações generalizadas nas redes sociais, foi publicada na edição do Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira (11), a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito  (CPI)  para investigar para apurar irregularidades praticadas pela empresa em Mato Grosso.

O pedido de abertura da CPI partiu do deputado Eliseu Nascimento (DC) com o apoio de 18 parlamentares da Assembleia Legislativa após consumidores criarem uma petição online, com mais de 14 mil assinaturas, solicitando que a concessionária fosse investigada por cobranças abusivas no Estado.

A CPI, que já foi publicada no Diário da ALMT, deve fazer  as indicações dos membros titulares e suplentes, feitas pelas lideranças dos blocos partidários.

A partir desta sexta-feira (11), o presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, já começou a distribuir os memorandos para esses líderes de blocos.

As indicações serão lidas em plenário e, somente essa leitura, é que marcará o início dos trabalhos, o que deve ocorrer na semana que vem.

O presidente da casa de leis, Eduardo Botelho (DEM), chegou a classificar que a atua “com falta de respeito” aos cidadãos mato-grossenses e por isso resolveu marcar uma audiência pública na próxima terça-feira (15),

Botelho é um dos principais incentivadores da criação da CPI e inclusive não tem poupado críticas à concessionária de energia, ao ponto de defender a rescisão do contrato que o Estado tem com a Energisa, devido ao que classifica de “péssimos serviços prestados e preços abusivos  na cobrança da tarifa”.

A reportagem do Mato Grosso Mais tentou ouvir a empresa concessionária por telefone, via assessoria de imprensa, mas não houve nenhum posicionamento, até o momento.

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  • 14 de outubro de 2019 às 08:36:56