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NOTA DE REPÚDIO

Sindicato da Polícia Civil questiona diretor-geral por abrir investigação sobre vazamento de vídeo de prisão de Valdir Piran

Divulgação

O Sindicato dos Investigadores de Polícia do Estado de Mato Grosso (Sinpol/MT) divulgou nota pública, na tarde desta quinta-feira (31), repudiando a abertura de um procedimento administrativo pelo diretor-geral da Polícia Civil, Mário Dermeval, para apurar o vazamento de imagens da prisão de Valdir Piran realizada no dia 22 de outubro, em Brasília, durante a Operação Quadro Negro deflagrada pela Delegacia Fazendária (Defaz) em um suposto esquema de desvio de dinheiro no valor de R$ 10 milhões, veja nota na íntegra ao final da reportagem.

Três dias após a prisão, o empresário ganhou a liberdade por decisão da juíza Ana Cristina Mendes, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, a mesma que determinou o cumprimento de mandados de prisão e busca e apreensão na Operação Quadro Negro.

A soltura aconteceu durante a audiência de custódia, situação que acabou beneficiando o ex-presidente do Cepromat (Centro de Processamento de Dados), Wilson Celso Teixeria, “Dentinho”, o ex-presidente do Cepromat, Djalma Souza Soares, o ex-servidor Edevamilton de Lima Oliveira, o ex-secretário adjunto de Educação, Francisvaldo Pereira de Assunção, e o empresário goiano  Weydson Soares Fonteles.

NOTA DE REPÚDIO

O Sindicato do Investigadores de Polícia do Estado de Mato Grosso repudia veementemente a parcialidade do gestor da Polícia Judiciária Civil, o delegado geral Mário Dermeval, ao determinar a abertura de Procedimento Administrativo para apurar o vazamento de imagens da prisão do empresário Valdir Piran, em Brasília (22/10), sob a suspeita de participação de investigadores da Polícia Judiciária Civil que participavam da operação.

O SINPOL/MT chama a atenção para o possível uso da máquina administrativa com viés político para penalizar ou sobrepujar profissionais que atuam incansavelmente na defesa da sociedade. Deve-se ressaltar que no momento da prisão outras pessoas também estavam no local. Portanto, todas elas deveriam ser investigadas.

O SINPOL/MT continuará cobrando explicações do delegado titular da Delegacia Fazendária, Anderson Veiga, e do delegado geral da PJC, sobre o real motivo desta medida seletiva, haja vista não termos conhecimento de algum outro procedimento no mesmo sentido em operações semelhantes.

A diretoria

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ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO

  • 1 de novembro de 2019 às 13:04:59