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BRUTALIDADE

Mãe comemora prisão do filho que bateu em uma cachorrinha até a morte

Reprodução

Jon-Luc McLoughlin matou de forma selvagem sua cachorrinha antes de jogar seu corpo na floresta em Poole, e até sua mãe se uniu aos manifestantes de direitos dos animais que pediam por uma sentença mais longa.

Um criminoso que bateu em sua cachorrinha até a morte foi preso depois de ter matado o animal e jogar seu corpo na floresta.

Jon-Luc McLoughlin revoltou até sua mãe e seu meio-irmão, que se uniram a cerca de 25 manifestantes de direitos dos animais no tribunal que pediam para que ele fosse preso.

O tribunal ficou ciente de que McLoughlin, de Poole, Dorset, no Reino Unido, tinha sido tutor de Lexi por somente cerca de um mês antes de matá-la em um acesso de raiva.

O pequeno corpo de Lexi foi jogado na floresta perto de sua casa, onde foi encontrado por crianças que ficaram traumatizadas.

Matthew Knight, promotor da RSPCA, disse: “Ele socou o cão até a morte e jogou seu corpo entre umas árvores perto de sua casa”.

Ativistas dos direitos dos animais celebram a prisão de Jon-Luc McLoughlin. (Imagem: BNPS)

“O animal foi encontrado por moradores e traumatizou algumas crianças que viram o corpo”.

“Ela tinha uma laceração em seu fígado, sangue no seu abdômen e rompimento do estômago”.

“É possível que o cão não tenha sobrevivido por muito tempo”.

Durante um depoimento à polícia, McLaughlin inicialmente mentiu ao dizer que Lexi tinha sido atropelada, mas depois confessou tê-la matado.

Ele disse aos oficiais: “Eu fico muito bravo e não sei o que aconteceu comigo”.

Sua audiência de sentença foi assistida por cerca de 25 ativistas dos direitos dos animais, e entre eles estava a mãe e o meio-irmão do acusado.

Depois de ter visto seu irmão ser preso, Alec Mackay disse que a sentença não era suficiente.

Ele disse: “Minha mãe está agradecida por ele ter sido preso, mas eu não acho que 16 semanas seja suficiente. Deveria ter sido no mínimo um ano”.

“Se tivesse sido com um humano, a sentença seria muito mais longa”.

“Somos todos seres vivos, então ele merecia ter pegado muito mais. Eu espero que o cachorro volte e morda seu traseiro”.

Ativistas pedem justiça para Lexi. (Imagem: BNPS)

James Moore, atenuante, disse ao tribunal que o réu era um “indivíduo profundamente perturbado!” e pediu que oferecessem reabilitação a ele.

Ele disse: “Nós somos uma nação de amantes de animais e isto causou muita raiva em toda a comunidade”.

“Ele perdeu o controle e agiu em uma fúria cega. Todos nós em algum momento perdemos o controle e nos arrependemos”.

“O Sr. McLaughlin fez isso de uma forma significativa e terá que viver com isso o resto da vida”.

“Entretanto, ele não fez isso por ser depravado, ele o fez porque é um indivíduo profundamente perturbado”.

McLaughlin se declarou culpado pela acusação de causar sofrimento desnecessário a um animal protegido em uma audiência anterior.

Ao prendê-lo no distrito do Tribunal de Magistrados de Poole, o juiz Stephen Nichols disse: “Levando tudo em consideração, isto tem base para uma sentença de prisão imediata”.

“Este foi um ataque selvagem contra Lexi”.

Assim como ficar preso por quatro meses, McLaughlin também foi proibido de ter animais pelo resto de sua vida.

Ele foi preso por 16 semanas. (Imagem: BNPS)

A sentença foi recebida com comemoração pelos ativistas, alguns deles usavam camisetas com a frase “Justiça pela Lexi”.

A campanha foi liderada por Michelle Sheriff. Ela disse: “Lexi precisava de uma voz e estamos aqui por ela. Essas coisas não podem ser toleradas”.

“Eu gostaria que a sentença fosse mais longa, mas é melhor que prisão nenhuma”.

Graham Hammond, um agente da RSPCA que investigava o caso, disse: “O homem tem um histórico de agressões e agora sentimos que conseguimos justiça para o cão”.

“Isso manda uma mensagem às outras pessoas de que esses animais são protegidos e você precisa cuidar deles”.

“Qualquer agressão para um animal é chocante, especialmente quando leva a uma morte como essa”.

“Eu acredito que, de alguma forma, é mais triste ainda por ter sido um filhote, mas sempre que um animal é assassinado, é incrivelmente chocante”.

Elisa Allen, porta-voz da ONG PETA, acrescentou: “Uma pessoa capaz de bater em um cachorrinho até a morte apresenta uma ameaça séria para todos os seres vivos”.

“Apesar de a PETA estar aliviada por este homem ter sido proibido de ter animais pelo resto da vida, é imperativo que, além de sua prisão, ele passe por tratamento psicológico”.

“Seus problemas de raiva e psicológicos precisam ser tratados antes que ele seja solto e retorne à sociedade”.

Mc Loughlin também teve que pagar uma sobretaxa de vítima de £ 115 (cerca de R$ 610).

Por Jack Williams & Kelly-Ann Mills  / Tradução de Alice Wehrle Gomide 

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