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REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Servidores públicos detonam e chamam deputados de traidores por votar aumento de alíquota

llustração

Circula nas mídias sociais uma conclamação feita por vários sindicatos que representam os servidores públicos de Mato Grosso para que o funcionalismo compareça, na noite desta sexta-feira (10), na Assembleia Legislativa para acompanhar a votação da Mensagem 96/2019, que eleva de 11% para 14% a alíquota de contribuição dos servidores com a Previdência, apresentada pelo governador Mauro Mendes.

Além do pedido para que os servidores compareçam de forma maciça na ALMT, vários deputados foram alvos da ira da categoria.

Eles foram chamados de “traidores” por votarem pelo aumento da alíquota, que deve atingir principalmente os aposentados e pensionistas do Estado.

Nem mesmo a deputada Janaina Riva (MDB), que não votou por estar de licença médica, escapou.

A nova regra da previdência passa a valer a partir de julho de 2020 e atinge também os aposentados e pensionistas que ganham até R$ 5.839, que antes eram isentos do pagamento. Também serão taxados os inativos que ganham acima desse valor.

Na primeira votação, na última quarta-feira (8), por 14 votos a 9 contrários, os deputados aprovaram a lei complementar.

Votaram contra a mensagem do Governo: Paulo Araújo (Progressista), João Batista (Pros), Ludio Cabral (PT), Delegado Claudinei (PSL), Thiago Silva (MDB), Elizeu Nascimento (DC), Valdir Barranco (PT), Dr. João (MDB) e Max Russi (PSB).

Votaram a favor do Governo: Eduardo Botelho (DEM), Dilmar dal Bosco (DEM), Wilson Santos (PSDB), Carlos Avalone (PSDB), Romoaldo Junior (MDB), Sílvio Favero (PSL), Dr. Eugênio (PSB), Dr. Gimenez (PV), Faissal Calil (PV), Valmir Moretto (PRB), Ondanir Bortolini (PSD) Xuxu Dalmolin (PSC), Sebastião Rezende (PSC) e Ulysses Moraes (DC).

O assunto é muito polêmico e deve provocar um clima de tensão na sessão de logo mais na ALMT.

Os deputados também devem votar as contas do ex-governador Pedro Taques (PSDB) exercício 2018.

Elas já deveriam ter sido analisadas, mas um pedido de vista do deputado Valdir Barranco (PT), ainda em 2019, fez adiar a votação.

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  • 10 de janeiro de 2020 às 17:39:31
  • 10 de janeiro de 2020 às 17:24:59