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FECOMÉRCIO-MT

Intenção de consumo das famílias em Cuiabá tem melhor resultado para o mês de janeiro desde 2015

Apesar de ainda estar em nível considerado insatisfatório, com 89,4 pontos em janeiro de 2020, a pesquisa divulgada nesta quinta-feira (22) pela Fecomércio-MT, que monitora a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) em Cuiabá, teve o seu melhor desempenho para o mês desde 2015.

Na época, o indicador contabilizava 130 pontos, acima do nível de satisfação (100 pontos). Já na comparação com janeiro de 2019, houve crescimento de 7,3%.

Dos sete componentes do ICF, o que trata do Emprego Atual foi o único que apresentou variação mensal negativa, de -1,7%. O destaque positivo foi Momento para Duráveis, com alta de 6,8% no mês.

Já o item que avalia a situação atual do crédito – o acesso a empréstimos para compras a prazo – registrou maior variação na comparação com janeiro de 2019, aumento de 16,1%.

De acordo com a Fecomércio-MT, os resultados representam um cenário mais otimista, além de serem um indicativo de que a economia deve ter um 2020 melhor que 2019 e anos anteriores.

A recuperação da economia se traduz nos indicadores medidos pela pesquisa, sinalizada também pelo aumento da confiança dos empresários do comércio nos últimos meses.

A inflação e taxas de juros mais baixos contribuem para uma melhora da percepção econômica.

Consumo

Apesar do componente que mede o nível de consumo atual das famílias em Cuiabá estar abaixo da margem de satisfação e registrar em janeiro 73 pontos, o índice é 16% maior do que o verificado no ano passado. Das 500 famílias entrevistadas na capital do estado, 26,9% delas disseram estar comprando mais no primeiro mês de 2020, 53,9% alegaram estar comprando menos e 19% das famílias estão comprando a mesma coisa.

Renda

Sobre a Renda Atual, o índice saltou de 94,2 pontos em janeiro passado para os atuais 103,6 pontos, aumento observado de 9,9%. Na comparação com o mês anterior, a alta foi de 2,5%. 34,5% das famílias disseram que a renda familiar está melhor, 30,9% alegaram piora, 33,7% que está igual ao ano passado e 0,8% não souberam ou não opinaram.

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  • 26 de janeiro de 2020 às 08:02:54
  • 24 de janeiro de 2020 às 15:36:23