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Idosa é assaltada na mesma região que Corolla foi roubado na Morada do Ouro

Reprodução

Um novo assalto aconteceu no Bairro Morada do Ouro, em Cuiabá.

Desta vez, dois suspeitos, em uma moto, assaltaram uma idosa na manhã desta segunda-feira (21).

É o segundo assalto gravado em câmeras de segurança na mesma região, em menos de uma semana.

No primeiro, os bandidos roubaram um veículo Toyota Corolla, as câmeras registraram toda a ação.

O bairro tem sido alvo de bandidos e causa pânico nos moradores.

Na última terça-feira (21), dois suspeitos roubaram dois Corollas.

Os roubos aconteceram nos setores Oeste e Norte do bairro.

O primeiro Toyota Corolla foi abandonado em um posto de combustível e os suspeitos fugiram para dentro do Parque Massairo Okamura.

Na fuga, os bandidos roubaram outro Toyota Corolla e trocaram tiros com os policiais.

Transformação de bairro em condomínio

O projeto para transformar a Morada do Ouro em condomínio dificilmente será aprovado.

O pleito não depende apenas dos moradores e sim de questões jurídicas. O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a lei nº 6.258, que liberava transformação de bairros em condomínios em Cuiabá.

O TJ julgou procedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) interposta pela Procuradoria Geral de Justiça do Estado contra a lei municipal proposta pela Câmara de Cuiabá em 2018 para permitir que associações de moradores de vilas, ruas e travessas sem saída regulamentassem a entrada e saída de pessoas desses locais.

Atendendo a solicitação de moradores de ruas sem saída, localizadas em vários bairros de Cuiabá, que reivindicavam o fechamento desses logradouros como medida de segurança e controle, o vereador Luis Claudio criou o projeto de Lei nº 6.258, que dispõe sobre a gestão do acesso de pessoas nas ruas, vilas e travessas sem saída da capital.

No dia 22 maio de 2018, o Prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) assinou o decreto sancionando a Lei criada pelo vereador Luis Claudio (Progressistas).

O decreto também previa que apesar da permissão do fechamento das ruas, a realização de serviços públicos como tapa-buraco, poda de árvore, coleta de lixo e reparo da iluminação pública seriam mantidos normalmente pela Prefeitura.

Mas o projeto foi derrubado pelo pleno do TJ, que em suas argumentações os desembargadores consideraram que cabe ao Executivo e não ao Legislativo as questões sobre o ordenamento territorial do município.

Veja o vídeo:

Com informação do site Folha 360

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ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO

  • 27 de janeiro de 2020 às 17:43:40