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13 CONTRA NOVE VOTOS

Emanuel diz que a CPI do Paletó foi arquivada por não ter o que ser apurado e por gestão acima da média 

Assessoria Prefeitura de Cuiabá

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), concedeu uma coletiva online, na manhã desta segunda-feira (20), e a redação do Site Mato Grosso Mais foi direto ao ponto e perguntou, como o chefe do Executivo Municipal viu o desfecho da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Paletó, e se foi um alívio para ele, uma vitória.

Sobre o desfecho, o emedebista respondeu, “eu respeito o Legislativo, não me envolvo nas questões internas, mas, administrativamente demonstra que o nosso mandato é um mandato acima da média”.

“Tentaram politizar isso, num período que eu não era o Prefeito da Capital, primeiramente demonstra o quanto bem avaliado está a nossa gestão, mostra a força da nossa gestão. Levaram quase todo o mandato inteirinho, tentando apurar uma situação e não tiveram êxito, por que não tinha o que ser apurado, a verdade vai aparecer, certo, e eu vou provar na justiça, que eu estava ali para receber um pagamento de pesquisa para o meu irmão”, respondeu o prefeito.

Ainda segundo ele, a CPI foi uma pauta forçada pela oposição, que para Emanuel, não tem pauta, e que deveria dedicar boa parte do seu tempo para ações, projetos ou benefício diretos a população cuiabana, mas optaram por politizar o assunto.

“Eu já tive oportunidade de pedir desculpa pela cena a população cuiabana, mas que é uma cena descontextualizada, e que na justiça, que é o fórum competente, vamos provar que nada temos a ver com a denúncia que nos fizeram”, finalizou Pinheiro.

A CPI

A Câmara Municipal de Cuiabá arquivou o relatório da Comissão Parlamente de Inquérito (CPI) do paletó, que pedia o afastamento do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), na manhã desta quinta-feira (16).

O processo foi arquivado por 13 votos a nove, livrando o emedebista de ser afastado do cargo de prefeito e posteriormente ser cassado.

A CPI do Paletó investigou o recebimento de propina e obstrução de justiça, por parte de Emanuel, e tinha pedido, em seu relatório final, o afastamento do gestor por 180 dias, e, a criação de uma comissão processante onde poderia resultar na cassação do chefe do Executivo Municipal.

Votaram a favor do afastamento:

Clebinho Borges (PSD)

Abílio Júnior (PODEMOS)

Dilemario Alencar (PODEMOS)

Felipe Wellaton (CIDADANIA)

Lilo Pinheiro (PDT)

Marcelo Bussiki (DEM)

Sargento Joelson (SOLIDARIEDADE)

Wilson Neto Kero (PODEMOS)

Diego Guimarães (CIDADANIA)

Votaram contra o afastamento:

Adilson Levante (PSB)

Toninho de Souza (PSDB)

Orivaldo da Farmácia (PROGRESSISTA)

Dr. Xavier (PTC)

Juca do Guaraná (MDB)

Justino Malheiros (PV)

Luís Claudio (PROGRESSISTA)

Marcrean Santos (PROGRESSISTA)

Renivaldo Nascimento (PSDB)

Mário Nadaf (PV)

Aluisio Leite (PV)

Adevair Cabral (PTB)

Chico 2000 (PL)

Não votaram 

Ricardo Saad (PSDB)

Vinicyus Hugueney (SOLIDARIEDADE)

O presidente da Casa, Misael Galvão (PTB), não vota.

https://www.facebook.com/emanuelpinheiromt/videos/1129281377455175/?vh=e&extid=kiqPeXY4B3pTXwaR&d=n

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  • 20 de julho de 2020 às 18:31:36
  • 20 de julho de 2020 às 18:06:35