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INVESTIGAÇÕES

Polícia prende rapaz suspeito de matar vendedor de açaí

Foi preso, nesta sexta-feira (12), o suspeito do homicídio de Alfredo Dias de Castro Neto, de 48 anos, comerciante que foi encontrado morto, no ano passado, em cima de uma cama no município de Sorriso (420 km de Cuiabá). O possível assassino trata-se de um jovem de 22 anos. A Polícia trabalha com a possibilidade de que a vítima era bissexual, por terem encontrado material genético masculino em seu órgão genital e, por isso, agora o rapaz deve passar por exames de DNA para confirmar a autoria do crime.

De acordo com informações da Polícia Civil, suspeito teve o mandado de prisão temporária decretado pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Sorriso. A investigação conduzida pela equipe do Núcleo de Homicídios da Delegacia de Sorriso apurou diversas informações para esclarecimento do crime.

Diante destes dados coletados, a prisão do suspeito foi representada a fim de esclarecer pontos necessários ao inquérito, como por exemplo para confirmar a identidade do autor do crime.

A Polícia trabalha com a possibilidade de que a vítima era bissexual, por terem encontrado material genético masculino no órgão genital da vítima, apontando que houve relação sexual antes do crime.

Nesse momento, a perícia realizada no corpo de Alfredo, que constatou o material genético, passará por confronto de DNA com material coletado no suspeito.

O delegado José Getúlio Daniel explica que a partir da prisão e depoimento do suspeito, a Polícia Civil espera obter informações necessárias para esclarecer a motivação do homicídio qualificado.

Após a prisão, o suspeito foi encaminhado à unidade prisional de Sorriso.

O caso

Um homem de 48 anos identificado como Alfredo Dias de Castro Neto foi encontrado morto em cima de uma cama, na residência onde morava, no residencial Porto Alegre, em Sorriso (a 420 quilômetros de Cuiabá), na tarde do dia 2 de setembro de 2020.

O comerciante que realizava a venda de açaí foi encontrado morto por um amigo, que acionou a Polícia Militar. No local, que ficava aos fundos de um bar, os policiais se depararam com Alfredo sem roupas, em cima da cama, com marcas de sangue ao redor.

O corpo estava coberto por um lençol e naquele momento, não foi possível verificar ferimentos. Segundo o amigo que encontrou Alfredo, eles conversaram na noite anterior e a suspeita é que a morte tenha ocorrida na madrugada.

Durante a perícia no local do crime e na vítima, os profissionais da Politec encontraram material genético no órgão genital da vítima, apontando que houve relação sexual antes do crime.
“Nesse caso específico, a pessoa não matou para roubar. Não foi com esse objetivo. Foi posterior”, destacou na época o delegado Nilson Farias, responsável pelo caso.

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  • 14 de março de 2021 às 13:50:13
  • 14 de março de 2021 às 03:37:52