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EM RONDONÓPOLIS

Armas, munições e dinheiro são aprendidos na Operação New Life

DA REDAÇÃO / MATO GROSSO MAIS
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A Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Rondonópolis (Derf) apreendeu no último fim de semana armas, munições e dinheiro em um estabelecimento comercial na região central da cidade. O responsável pelo lugar ainda não foi localizado. As apreensões são em continuidade à Operação New Life, realizada no dia 09 de julho, quando foram presas nove pessoas ligadas a uma facção criminosa.

Sete homens e duas mulheres foram autuados em flagrante e respondem por constituir organização criminosa, posse irregular de arma de fogo e munição de uso permitido, uso de documento falso e corrupção de menores. Duas das prisões são decorrentes de mandados judiciais decretados pela 5a Vara Criminal de Rondonópolis. A equipe da Derf chegou às nove pessoas depois de iniciar a investigação para apurar a atuação de um grupo criminoso envolvido em diversos crimes praticados no município, entre eles, tráfico de drogas. Um dos presos é um dos principais líderes de uma facção criminosa na região sul do estado.

As prisões foram efetuadas em uma residência na Rodovia do Peixe, onde os policiais civis flagraram diversas pessoas em uma festa regada a muita bebida alcoólica e narguilé. Três veículos foram apreendidos, além de armas de fogo, celulares, anotações sobre movimentação do tráfico de entorpecentes, cartões de crédito e joias.

O investigado preso, de 41 anos, disse aos policiais que a intenção dele era nascer de novo, com uma ficha totalmente limpa que possibilitasse circular livremente e, para isso, utilizou documentos falsos, inclusive para abrir uma empresa de transportes. Com ele foi apreendido um veículo sedan de luxo, avaliado em aproximadamente R$ 190 mil, cujo documento está em nome de um policial militar. A operação New Life faz alusão às alegações de recomeço de uma nova vida pelo principal alvo da investigação.

Durante as buscas em uma residência na Rodovia do Peixe, os investigadores encontraram um documento de identificação com nome de uma pessoa, mas a foto que constava no RG era do homem que se apresentou como proprietário da residência. Na DERF, ele argumentou que tirou um novo documento para ficar ‘limpo’ na praça, sem qualquer passagem criminal, viajar e montar uma empresa, sediada em Cuiabá e destinada a transportes rodoviários. A empresa foi aberta por ele com um CPF emitido em nome da mesma pessoa cujos dados constavam no RG.

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  • 19 de julho de 2021 às 14:40:49
  • 19 de julho de 2021 às 14:39:33