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LAR MENINA MOÇA

Menores relatam que não há tratamento difenciado para adolescente que matou Isabele

DA REDAÇÃO/MATO GROSSO MAIS
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Depoimento de adolescentes internadas no Lar Menina Moça, em Cuiabá, firmaram que não há tratamento diferenciado de servidores em relação à menor que matou a amiga com um tiro na cabeça, no Condomínio Alphaville, em Cuiabá.

As informações iniciais, que apontavam supostos privilégios, foram publicadas em veículos de comunicação. Esses privilégios ocorreriam, conforme matérias, especialmente com relação às acomodações, visitas de familiares e acesso a alimentação própria.

Após colheita de depoimentos de menores, relatório apontou para a “inexistência de elementos informativos que corroborem com os eventuais privilégios a menor infratora”.

Em contrapartida, as menores apontaram possíveis infrações disciplinares por parte das servidoras que trabalham no Centro de Atendimento Socioeducativo Feminino de Cuiabá (Lar Menina Moça).

As agentes de segurança tem tido comportamentos incompatíveis com as funções que desempenham, tais como: falta de habilidade no diálogo com as adolescentes; ausência de atividades pedagógicas para as adolescentes; relatos de má qualidade da alientação.

Além disso, há relatos que as agentes de segurança diariamente pedem comida externa (pizza, lanches, espetinhos, açaí, etc) e realizam o consumo destas refeições na frente das adolescentes.

Stalking

Ciente de que não há favorecimento, o Ministério Público de Mato Grosso (MPE) comunicou que abrirá procedimento para apurar possível delito de stalking praticado em face da menor que matou a amiga.

Segundo lei, configura crime perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade.

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