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CORONAVÍRUS

Mauro diz que mortes de cuiabanos podem ser culpa de Emanuel

Reprodução

O governador Mauro Mendes (DEM), lamentou o novo decreto municipal do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), que estabeleceu medidas mais brandas que os estabelecidos pelo Governo do Estado. No final da tarde de ontem (02), Pinheiro fez um live e decretou normas que contrariam as outras medidas de Mendes.

“Quando Cuiabá registrou o primeiro caso de coronavírus, há exato um ano, a decisão da Prefeitura de Cuiabá foi de fechar tudo e instaurar um lockdown total no município. Agora, com um cenário crítico, a decisão foi flexibilizar”, diz trecho da nota.

Para Mauro Mendes, Emanuel é despreparado para liderar uma capital durante a pandemia e irresponsável por colocar a vidas da população cuiabana em risco. “Infelizmente, o prefeito continua cometendo erros, mostrando total despreparo e irresponsabilidade, o que poderá provocar a morte de muitos cuiabanos”.

Ainda durante o dia de hoje, o Poder Judiciário deve se movimentar em relação a esse impasse entre decretos estaduais e municipais. De acordo com uma decisão judicial do ano passado, quando aconteceu a mesma situação, as medidas que irão valar partir de hoje, são aquelas previstas no decreto de Emanuel.

Até que haja uma decisão judicial impositiva para determinar de quem é a competência executiva de Cuiabá, Pinheiro ganha essa disputa política que brinca com a vida dos cuiabanos.

NOTA DE ESCLARECIMENTO

O Governo de Mato Grosso lamenta a forma como a Prefeitura de Cuiabá politiza e trata a situação da Covid-19.

Hoje, Mato Grosso tem 88% das vagas de UTIs no Estado ocupadas e alcançou a marca de 253.783 casos e 5.864 óbitos.

Quando Cuiabá registrou o primeiro caso de coronavírus, há exato um ano, a decisão da Prefeitura de Cuiabá foi de fechar tudo e instaurar um lockdown total no município. Agora, com um cenário crítico, a decisão foi flexibilizar.

Infelizmente, o prefeito continua cometendo erros, mostrando total despreparo e irresponsabilidade, o que poderá provocar a morte de muitos cuiabanos.

Caberá ao Ministério Público e ao Judiciário decidir o que deverá prevalecer na cidade de Cuiabá.

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ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO

  • 3 de março de 2021 às 12:55:37
  • 3 de março de 2021 às 12:07:53