Pivetta não crê que decreto force o pagamento do FEX

Vice-governador do Estado, Otaviano Pivetta (PDT) disse não se “iludir” com a possibilidade do Governo Federal ajudar com Mato Grosso no período de crise, momento em que Mauro Mendes (DEM) decretou calamidade financeira. A medida foi anunciada nesta quinta-feira (17) e visa pressionar a União a repassar cerca de R$ 500 milhões referentes ao Auxílio Financeiro para Fomento das Exportações (FEX).

“Existem Estados no Brasil em situação igual ou pior que a nossa. Estamos fazendo nosso dever de casa. Em breve vamos ter essas leis aprovadas e nesses 180 dias teremos um rumo definido para Mato Grosso”, explicou o pedetista.

Para auxiliar no decreto de calamidade, o governador instituiu outro que visa reduzir o consumo de água e energia elétrica nos órgãos e entidades do Poder Executivo. O documento objetiva ainda suspender concursos públicos e vedar licença-prêmio que implique em contratação temporária.

Além das reduções de questões básicas, valores de aluguéis, limpeza, horas extras e uso de telefones também são alvo. As normativas que regulamentarão os itens ainda carecem de formulação e serão feitas pelos chefes de cada entidade do Executivo.


“Nós estamos dentro do governo cortando gastos de forma rigorosa. Compromisso de campanha e estamos colocando em prática. Os serviços que vão ser sustentados é o de prioridade, saúde, educação, segurança pública e serviço social”, ressalta o vice ao explicar que 180 dias é o período necessário para o Estado ter conhecimento real da situação econômica e elaborar um plano para os próximos anos.

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